NÃO EXISTEM ACIDENTES
Letra: Ricardo Caulfield
Música: MárcioBukowski/Ricardo

Nas costas do homem havia duas mãos
isto tem nome chamam de empurrão
não ter mais com que se preocupar
acontece com quem cai do décimo andar
logo ele que era a testemunha principal
logo ele que ia depor no tribunal

Ladrões, falsários, assassinos
na pele de bons meninos
a bancar o otário prefiro que digam que sou descrente
não existe sorte ou azar, não existem acidentes

Agora quem chora, ajoelha e pede desculpas
Ria no dia que te armou a arapuca
Uma colher de egoísmo, duas de falsidade
Difícil é separar o boato da verdade
Então se queres vencer a qualquer custo
Por favor não reclame de que o mundo é injusto

REFRÃO

São dois tipos de canalha na sociedade
Uns te roubam a carteira, outros, a dignidade

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