QUEM VIVE DE JURAS

Queria que ela morresse ou que alguém a matasse
queria que ela se suicidasse!
Queria que ela sumisse, que ela partisse
e jamais retornasse
Não quero jamais, nunca mais (de novo)
ouvir falar seu nome!

Eu me sinto confuso, talvez meu pensamento difuso
não se faça compreender
Não quero agonia e dor, seja lá o que for
nada de mal para você
Não entenda errado o que foi nosso fim
Terminamos porque aprendi a gostar mais de mim

Queria que ela explodisse ou que murchasse
queria que ela desencarnasse!
Queria que o sol a derretesse, que o mar a afogasse
que ela desmaterializasse!
Não quero jamais, nunca mais, (de novo)
ouvir falar seu nome!

Mentiras fazem parte da vida!
Fraqueza tem o mesmo “f” de fibra
A sujeira escorre pelos canos da felicidade
Sobreviver é matar a sensibilidade!

Voltar